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Ao António Paulo

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António Paulo, tu ajudaste-me a ser jornalista e a ser fotojornalista. Foste um grande amigo e foste um óptimo professor. A ti, apenas te posso agradecer aquilo, que sou como profissional e colega de profissão que fomos. Lamento só agora te dedicar estas coisas palavras, mas é da cultura portuguesa. Só nos lembramos das pessoas […]
Ao António Paulo

António Paulo, tu ajudaste-me a ser jornalista e a ser fotojornalista. Foste um grande amigo e foste um óptimo professor. A ti, apenas te posso agradecer aquilo, que sou como profissional e colega de profissão que fomos. Lamento só agora te dedicar estas coisas palavras, mas é da cultura portuguesa. Só nos lembramos das pessoas quando elas nos deixam. Partiste sem avisar e vais deixar saudades, para os teus e para os muitos amigos que conquistaste nesta profissão, que todos os dias defendias e te orgulhavas desempenhar, jornalista. A ti apenas te posso dedicar estas parcas palavras, deixando uma mensagem para que todos saibam, que tu eras um jornalista a sério, seguidor da verdadeira deontologia, do direito à liberdade de expressão e na defesa da classe. Escolhi esta imagem, porque não consegui encontrar outras, que te tirei durante os anos que trabalhamos juntos, mas que representa bem a tua pessoa. Sempre atento, sempre com um sorriso e claro com o bloco e caneta na mão à espera da notícia. Curiosamente durante esta procura de fotografias, encontrei-te como sempre em redor de pessoal que tu estimavas e que tinham bons motivos para desempenhar as suas funções como jornalistas, porque a tua boa disposição contagiava, fossem quais fossem os contratempos. Obrigado por teres sido meu colega, mas acima de tudo, por seres meu amigo. Carlos Barroso

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