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Garagem abandonada usada por toxicodependentes

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Os moradores da Avenida D. Manuel Figueira Freire da Câmara estão preocupados com a ocupação de uma garagem abandonada ao lado das suas habitações e da Escola do Parque. A casa em questão já foi alvo de uma intervenção de urgência há cerca de dois anos, tendo resultado no emparedamento do edifício e colocação de […]
Garagem abandonada usada por toxicodependentes

Os moradores da Avenida D. Manuel Figueira Freire da Câmara estão preocupados com a ocupação de uma garagem abandonada ao lado das suas habitações e da Escola do Parque. A casa em questão já foi alvo de uma intervenção de urgência há cerca de dois anos, tendo resultado no emparedamento do edifício e colocação de vedação em volta da escola, uma vez que estava a ser ocupada por cidadãos de Leste que mandavam garrafas, pacotes de vinho vazios e seringas para o recreio do estabelecimento de ensino Porém, agora a casa está fechada, mas a garagem, por não ter sido encerrada, está a ser alvo de uma visita indesejada de toxicodependentes. Segundo alguns moradores e comerciantes, que receiam represálias por parte dos frequentadores da casa, a sua utilização é muito frequente. “Chegamos a vê-los a injectarem-se. Os meus filhos já me perguntaram o que aqueles senhores estão a fazer e eu não soube explicar. É uma imagem degradante e que merecia ser resolvida”, contou um dos residentes na zona. Do lado da escola, os frequentadores não têm provocado qualquer incómodo, até porque “há pais que depenam o limoeiro” que existe dentro da propriedade para afastarem os toxicodependentes, referiu uma fonte contactada pelo JORNAL DAS CALDAS, apontando no entanto que “os alunos não vêem um bom exemplo vindo daquele espaço”. Contactada a PSP, a mesma acabou por se deslocar à casa e constatou que a garagem tinha muito lixo e embalagens de seringas, mas “não foi encontrada qualquer seringa”. Os responsáveis da PSP admitiram que casas como aquela existem mais duzentas, onde dezenas de jovens se injectam ou dezenas de cidadãos de Lestes pernoitam. Ciente desta realidade está também a Delegação de Saúde Pública da cidade, que depois de um contacto sobre este caso, indicou também a realidade existente bem próximo de si, na linha de comboio e nos silos, defendendo que os serviços sociais da autarquia devem intervir e que não basta apenas tapar as portas e janelas. A Câmara das Caldas aprovou uma majoração de 30% na taxa de imposto a aplicar a edifícios degradados do Beco do Quartel, da Rua Vitorino Fróis, na Rua do Avenal, na Rua Diário de Notícias, na Rua da Ilha, na Rua da Feira, na Travessa 5 de Outubro, na Rua 31 de Janeiro, na Praça da Republica, na Rua Filíntio e na Rua da Serração na Foz do Arelho. Carlos Barroso

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