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A porquinha Olivia esteve no CCC

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Olivia, personagem de livros de banda desenhada infantis, foi a protagonista do espectáculo com o mesmo nome que encantou as crianças no CCC no passado domingo, 7 de Setembro. Criada e desenhada por Ian Falconer, Olivia é uma porquinha cheia de energia e ideias, que quando não tem sono aproveita para dançar, sobretudo passos de […]
A porquinha Olivia esteve no CCC

Olivia, personagem de livros de banda desenhada infantis, foi a protagonista do espectáculo com o mesmo nome que encantou as crianças no CCC no passado domingo, 7 de Setembro. Criada e desenhada por Ian Falconer, Olivia é uma porquinha cheia de energia e ideias, que quando não tem sono aproveita para dançar, sobretudo passos de ballet. Esta personagem serve de inspiração ao espectáculo, da autoria da coreógrafa Isabel Barros, que tem como intérprete a bailarina Sónia Cunha e uma marioneta. Através da dança e da interacção com a boneca Olivia, Sónia Cunha interpreta vários momentos conhecidos pelas crianças que já leram os livros de banda desenhada. É que as histórias são as mesmas. Desde a visita de Olívia ao museu, aos sonhos da porquinha e ainda o dia em que ela salvou o circo. O ambiente é sempre muito envolvente, com a narração de Ana Azevedo e a música de Carlos Guedes. Tanto que durante toda a apresentação são inúmeros os comentários que se ouvem das crianças na sala, interagindo com o que acontece em palco. No final as crianças foram ainda convidadas pelo elenco a cumprimentar a Olivia e o gato, permitindo aos pais tirarem algumas fotografias. Embora estejam em digressão há quatros anos, desde 2007 que o espectáculo passou a ter como intérprete a bailarina Sónia Cunha. Antes disso, era a própria autora da ideia, Isabel Barros que interpretava. Carlos Guedes ficou surpreendido por estar tanta gente a assistir nas Caldas da Rainha, uma vez que habitualmente quando actuam em auditórios tão grandes têm sempre menos espectadores. Quanto ao CCC, disseram ser “um espaço fabuloso e muito bem equipado”. Para o músico “é raro haver um espaço destes no país, fora de Lisboa ou do Porto, e é importante que isso aconteça”.

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