Peniche, 2 Hélio; Ferreira, Laranja, Ricardo Viola e Rui João; Marinho, João Nuno e Bruno Novo (André, aos 82m); Márcio, Kiko e Paulinho (Emanuel, aos 63m). Suplentes não utilizados: João Mamede, Edgar, Sony, Enildo e Silva. Treinador: Bastos Lopes Pombal, 2 Nuno Viseu; João Ribeiro, Miguel, Coelho (Pitau, aos 79m) e Rodolfo; Leandro, João Pinto (Lima, aos 75m) e João Luís (Stphane, aos 88m); Rocha, Rafael e Wilson. Suplentes não utilizados: Luís Pinto, Ricardo e Estêvão. Treinador: Tó Sá Estádio do Grupo Desportivo, em Peniche. Árbitro: Fábio Piló, de Leiria Assistentes: Bruno Vicente e Júlio Rodrigues. Ao intervalo: 1-0 Golo: 1-0 por Bruno Novo, aos19m; 1-1 por João Pinto, aos60m; 2-1 por Laranja, aos 70m; 2-2- por Rafael, aos 90m,. Acção disciplinar: amarelos para Paulinho (41m), Márcio (53m), Bruno Novo (65m), Rodolfo (69m), João Ribeiro (79m), Pitau (85m) e Marinho (87m). No regresso aos grandes derbys regionais e perante o seu público, o Peniche não foi feliz. E se houve golos, emoção, alegria, também houve a frustração para os locais que desperdiçaram dois pontos. Diremos que quando, ao minuto 70, os locais através de Laranja recuperavam a vantagem no marcador pairou no estádio a ideia de garantia da vitória. Mas a vantagem local esfumou-se sobre o minuto final, já que aos 90 minutos, o Pombal chegaria à igualdade na sequência de uma desatenção defensiva, com Rafael a escapar-se aos defensores e a fazer um golo de ângulo difícil que valeu um ponto. Mas vamos ao jogo e a primeira nota vai para a equipa do Pombal que se apresentou desinibida, e, logo no primeiro minuto, Rafael, lançado nas costas da defesa, falha a primeira oportunidade de golo. Jogando quase que num 3x5x2, a equipa superiorizava-se a meio campo e tinha em Leandro a sua grande mais valia, surgindo sempre solto e com liberdade de movimentos, ora à esquerda ora à direita, e fazendo da velocidade a sua grande arma. Era um início dominador e seria Leandro a desperdiçar nova oportunidade ao minuto 11. Só a partir dos quinze minutos, os locais acertam nas marcações e, aos poucos, criam algum equilíbrio, coroado de êxito bem cedo. É que, ao minuto 19, numa bonita jogada de envolvimento, Bruno Novo aproveita para abrir o activo. Os desperdícios visitantes serviram de lição aos pupilos de Bastos Lopes que, em vantagem, recuperam o domínio da partida, controlando as operações e chegando facilmente à área adversária. Era o momento de viragem. A equipa tinha sinal mais, era mais pressionante e, aos 25 minutos, na sequência de um canto Ricardo Viola vê a bola embater na barra. Cinco minutos depois é Miguel que evita o golo sobre a linha, após remata de Márcio que se tinha escapado ao guardião. As situações de golo sucediam-se mas a finalização não era eficaz. Por outro lado, o Pombal só voltou a incomodar Hélio mesmo sobre o intervalo, pelo que o resultado era escasso para os locais. E se a vitória local parecia começar a desenhar-se, rapidamente, o decorrer dos minutos nos diria que as coisas não seriam assim tão óbvias. E ao empenho dos pupilos de Tó Sá, juntar-se-ia o erro da equipa de arbitragem ao não assinalar uma grande penalidade cometida sobre Márcio, ao minuto 53, o qual ainda seria punida com a exibição de uma cartolina amarela. E se na primeira parte, uma mão na bola de um defensor do Pombal, dentro da área, se poderá aceitar a sua decisão, tendo em conta a distância a que foi efectuado o remate, o mesmo já não se poderá dizer da falta cometida sobre Márcio. Um momento crucial, bem aproveitado pelos pombalenses que, sendo mais cautelosos e sustendo o pendor ofensivo com muita determinação, inteligência e excelente entrega, voltavam a subir no terreno e eram premiados com o golo, ao minuto 60, num excelente remate de João Pinto. Um grande golo! Reagem bem os locais e voltam à vantagem, dez minutos depois. Livre de Emanuel e Laranja a aparecer solto e a bater Nuno Viseu. Mas o jogo ainda não tinha terminado e, apesar do domínio local que, entretanto, se intensificara, o Pombal, sem fazer um grande jogo, soube tirar partido do erro e, sobre o final, empata a partida. O Peniche bem pode estar a chorar a sorte, levada pelo erro da equipa de arbitragem e pela falta de sorte em situações de golo flagrantes que poderiam matar a crença adversária. Uma crença levada até aos segundos finais, onde Márcio viu uma muralha de “pernas” evitar o golo. José Monteiro
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