Duzentos anos depois, mais de duas centenas de figurantes reconstituíram, no passado fim-de-semana, a batalha da Roliça. Foi em Agosto de 1808, um ano depois de as forças francesas terem entrado em Portugal, os homens do General Junot confrontam-se com as tropas luso-britânicas na Roliça, e um dia depois no Vimeiro. Os luso-britânicos acabaram por derrotar as tropas de Junot e os franceses ficaram cercados em Lisboa. Era o fim da primeira invasão napoleónica. Os gauleses bateram em retirada, mas não saíram de mãos a abanar, uma vez que a Convenção de Sintra permitiu-lhes sair do país, em barcos britânicos, levando todo o produto dos roubos e pilhagens feitos em Portugal. O vereador Rui Viola mostrou-se satisfeito com o facto da recriação histórica ter corrido bem num perfeito cenário natural. Dado o sucesso desta recriação, que foi assistida por um milhar de pessoas, o vereador desafia já a organização “a repetir todos os anos a encenação por não ser muito dispendiosa”, cerca de 15 mil euros, suportados inteiramente pela autarquia do Bombarral. Esta recriação histórica teve o apoio da Associação Napoleónica Portuguesa, que trouxe participantes de Portugal, Espanha, Inglaterra e Holanda. Carlos Barroso
Peça cerâmica de Mário Reis assinala início de mandato de António José Seguro
O artista cerâmico Mário Reis fez uma peça para assinalar a tomada de posse do novo Presidente da República, a que deu a designação “Segurem-me”.





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