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O jazz e bossa nova de Rosa Passos encantaram no CCC

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O público que assistiu ao concerto de Rosas Passos a 11 de Julho no CCC das Caldas da Rainha ficou rendido não só à doçura da sua voz, mas também à forma como a cantora brasileira se relaciona com as pessoas. Em Portugal para uma digressão de sete concertos, Rosa Passos sentiu-se muito bem recebida […]
O jazz e bossa nova de Rosa Passos encantaram no CCC

O público que assistiu ao concerto de Rosas Passos a 11 de Julho no CCC das Caldas da Rainha ficou rendido não só à doçura da sua voz, mas também à forma como a cantora brasileira se relaciona com as pessoas. Em Portugal para uma digressão de sete concertos, Rosa Passos sentiu-se muito bem recebida nas Caldas da Rainha. “É muito interessante fazer um trabalho num espaço que é novo e que está formando públicos”, referiu, adiantando que gosta de trocar energia com o público. “Eu quero cativar todo o mundo e colocar todos no meu coração”, disse. “Estou muito feliz porque foi uma escolha minha vir. Eu pedi aos meus agentes para fazer uma digressão em Portugal, porque já conheço a Europa toda e fiz questão de ficar mais tempo aqui, para conhecer mais”, contou. A ideia foi apresentar o seu novo disco, intitulado “Romance”, repleto de baladas românticas, mas do concerto fizeram parte outros clássicos da música popular brasileira. A cantora não ficou admirada que entre as mais de 500 pessoas presentes na sala não estivessem muitos cidadãos brasileiros. Segundo a artista, normalmente são mais os estrangeiros que assistem aos seus concertos. Rosa Passos tornou-se conhecida para o público português através de uma colaboração com Rodrigo Leão, com o tema “Rosa”, incluído no álbum “Cinema”. A artista reconhece a importância desta participação, mas acabou por não tocar este tema no concerto das Caldas. “Estou lançando o meu novo disco e por isso quero curtir o meu filhote novo”, explicou. Rosa Passos assume a influência da bossa nova (que comemora os seus 50 anos em 2008) e do jazz nos seus trabalhos. “Descobri uma fórmula de colocar o jazz com o bossa nova, que eu acho que são primos. Faço um trabalho jazzistico, sem perder a brasilidade e o swing. É um trabalho que eu posso apresentar em qualquer parte do mundo”, indicou. Recentemente a artista foi homenageada com o doutoramento Honoris Causa da Universidade de Berkeley, em Boston (nos Estados Unidos), que é considerada a maior escola de jazz do mundo.

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