Especialistas pedem maior comparticipação para doentes com Asma e DPOC Terapêuticas mais simples e uma maior comparticipação para os medicamentos da Asma e da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), que, assim, potenciem uma maior adesão dos doentes ao tratamento, foram os pontos fortes debatidos no Stand Alone Meeting – Fórum sobre Patologia Respiratória, que decorreu no dia 28 de Junho, no Hotel Marriott, em Óbidos. O encontro, promovido pela AstraZeneca, juntou especialistas nacionais e internacionais em torno de duas doenças que continuam a ser subdiagnosticadas e subtratadas em Portugal e que, segundo afirma António Seborge Luís, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, “deveriam ter uma atenção ao nível da comparticipação idêntica a outras doenças crónicas e igualmente graves, como a diabetes”. Tanto a Sociedade Portuguesa de Pneumologia como a Sociedade Portuguesa de Imunoalergologia Clínica consideram que “os medicamentos adequados ao tratamento destas duas doenças crónicas são caros e um pesado encargo mensal para o doente que nem sempre tem a capacidade financeira para suportar os custos dos tratamentos prescritos pelos médicos. Esta situação fica também a dever-se à baixa comparticipação do Estado de apenas 40%, que fica aquém do desejável”. Também para os especialistas Jean Bousquet, Marc Miravitlles e Roland Buhl existe a necessidade de se incentivar os doentes de Asma e DPOC a conhecerem melhor os sintomas da sua doença, a auto-controlarem o tratamento e, assim, prevenirem crises e exacerbações. Desta forma, cabe também ao médico assistente informar-se sobre todas as soluções que contribuam para simplificar e incentivar o doente na adesão à terapêutica para o seu caso mais ajustada. Uma maior adesão ao tratamento da Asma e DPOC leva a um maior controlo das crises e exacerbações e reduz, consequentemente, as taxas de hospitalização e morbilidade. Não é, então, por acaso, que em Maio último a Organização Mundial de Saúde definiu que as doenças respiratórias são uma das suas quatro prioridades, a par das doenças cardiovasculares, do cancro e da diabetes. Só em Portugal, estima-se que um milhão de pessoas sofra de problemas respiratórios.
Óbidos homenageia Maria José Salavisa e Abílio de Mattos e Silva
9 de Julho, 2008
Especialistas pedem maior comparticipação para doentes com Asma e DPOC Terapêuticas mais simples e uma maior comparticipação para os medicamentos da Asma e da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), que, assim, potenciem uma maior adesão dos doentes ao tratamento, foram os pontos fortes debatidos no Stand Alone Meeting – Fórum sobre Patologia Respiratória, que decorreu […]
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