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Mini docas da Foz com piso de novo a abater

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Já começa a ser uma novela amarga aquela que os proprietários das mini docas na Foz do Arelho têm com o piso. Na semana passada uma senhora ficou ferida com pouca gravidade numa perna, não carecendo de assistência médica, quando circulava no piso e caiu num buraco. Este incidente motivou um coro de protestos dos […]
Mini docas da Foz com piso de novo a abater

Já começa a ser uma novela amarga aquela que os proprietários das mini docas na Foz do Arelho têm com o piso. Na semana passada uma senhora ficou ferida com pouca gravidade numa perna, não carecendo de assistência médica, quando circulava no piso e caiu num buraco. Este incidente motivou um coro de protestos dos proprietários dos estabelecimentos daquela zona, tendo a Polícia Marítima registado, mas nada mais pode fazer, porque compete à CCDR-LVT resolver esta questão. Vitória Machado, responsável pelo condomínio que possui mais de duas dezenas de comerciantes, afirmou que “foi feita a emenda daquilo que estava estragado, mas agora têm vindo a abrir frechas que têm deslocado o piso. As folgas estão a aumentar e as tábuas estão a abater e há risco imediato de acidente”. A CCDR-LVT revelou ao JORNAL das CALDAS que “o material aplicado no deck no início de 2006 tem dado problemas. Em finais de 2007 detectou-se a deformação do piso. Foi contactada a empresa fornecedora do material, que realizou uma intervenção no local, em Abril de 2008, criando uma nova junta que absorvesse as dilatações que se estavam a verificar. O material contraiu excessivamente formando juntas da ordem dos 6 cm, estando neste momento, nalgumas zonas, as réguas a sair dos apoios. A empresa esteve novamente no local, comprometendo-se a substituir, numa acção imediata, a zona de pavimento que apresenta riscos de segurança”. A representante dos comerciantes apelou também que sejam abertas as casas de banho públicas da Junta de Freguesia e ainda que seja ligada a iluminação pública. “Pagamos os licencia-mentos e os alugueres mas não temos apoio porque este canto parece que não pertence à Foz do Arelho nem ao Verão da Foz”, lamentou. A CCDR-LVT indicou que “foram realizados dois procedimentos de concurso limitado com consulta a cinco empresas, para realização das obras de infra-estruturas, não tendo sido apresentada qualquer proposta na primeira consulta, e tendo sido apresentada na segunda consulta apenas uma proposta, com um valor de 63% acima da base, o que inviabilizou a sua adjudicação”. Quanto à questão das casas de banho, Fernando Horta, presidente da Junta da Foz do Arelho, apontou que aquelas infra estruturas deverão abrir diariamente durante o mês de Junho, mas subinhou que “são casas de banho públicas e não casas de banho para os bares”. Já CCDR-LVT adiantou que “está a estudar soluções alternativas para este problema”. Carlos Barroso

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