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15ª edição em tempos de mudança da Expoeste A vice-presidente da Câmara das Caldas da Rainha e presidente da ADIO quer que a Expoeste se transforme num palco de feiras tecnológicas e tradicionais, com a realização de menos certames anuais ou bianuais. Maria da Conceição falou à margem da inauguração da Exporegião, que se realizou […]
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15ª edição em tempos de mudança da Expoeste A vice-presidente da Câmara das Caldas da Rainha e presidente da ADIO quer que a Expoeste se transforme num palco de feiras tecnológicas e tradicionais, com a realização de menos certames anuais ou bianuais. Maria da Conceição falou à margem da inauguração da Exporegião, que se realizou na Expoeste, desvendando que as obras que o pavilhão vai sofrer para albergar a vertente tecnológica podem ser uma solução de futuro da Expoeste. “Vamos ter obras para albergar o Pólo Tecnológico Virtual e outras obras de manutenção que há muito desejávamos. Estamos a trabalhar no sentido de encontrar alternativas que podem passar pela realização de feiras tecnológicas e artesanais e tradicionais”. A presidente da ADIO assumiu as dificuldades de gerir a Expoeste, onde existem atrasos nos pagamentos a fornecedores, assumindo que a solução pode passar pela opção de “realizar poucas Feiras, mas com qualidade ou então optar por salões bianuais”. “Foi opinião dos técnicos, que disseram que, por exemplo, a Feira da Fruta fosse bienal. A dificuldade é juntar público com a parte tecnológica e investigação, porque só com tempo é que surgem resultados das investigações. Chegou-se mesmo a pensar em feiras quadrienais”. Maria da Conceição, que também vai ficar à frente do Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha, revelou que ambas as instituições “podem trabalhar em conjunto e potenciar-se mutuamente”. Quanto à 15ª edição da Exporegião, que tem vindo a sofrer variadíssimas mutações de ano para ano, alberga este ano o Salão da Juventude, a 11ª Mostra de Doçaria e o 8º Concurso Nacional de Doçaria, constituindo para Maria da Conceição o reflexo do tecido económico do concelho e do país. “Quando o tecido económico está complicado no país, todas as pessoas se ressentem e embora haja pessoas que investem nestas alturas, tentamos aqui apostar na diversidade, porque a Exporegião sempre aglutinou vários públicos e áreas”, disse. “A Exporegião foi a primeira feira da Expoeste”, lembrou, indicando que está destinada ao público que “gosta de passear, conhecer novos produtos e que adquirem sempre uma recordação”. “Esperamos uns milhares de visitantes que sempre podem beber um café, comer um doce, beber um licor e ver a animação. É uma feira que dá para a família para todos os gostos e vontades diferentes”, referiu. Carlos Barroso

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