Política

Aprovado empréstimo bancário de 8 milhões, metade para infraestruturas afetadas pelo mau tempo.

O Município das Caldas da Rainha vai avançar com um pacote global de 8 milhões de euros em empréstimos, destinado a financiar obras previstas para o mandato e a responder aos estragos provocados pelas recentes intempéries. O empréstimo foi aprovado por unanimidade na sessão da Assembleia Municipal que decorreu no dia 24 de fevereiro.
O Mapa de Pessoal para 2026, chumbado pela oposição na sessão de 30 de dezembro, foi agora aprovado, com os votos favoráveis do movimento Vamos Mudar e a abstenção do Chega, PSD e CDS-PP.

Mapa Pessoal Camara

Grande afluência de público no debate da desagregação do Coto da União de Freguesias

Desde novembro está em atividade o grupo Movimento pela Freguesia do Coto, que defende a desagregação da freguesia do Coto da União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório. O movimento afirma já ter reunido 450 assinaturas de residentes, requisito essencial para desencadear o processo previsto na legislação.

Coto 1

Orçamento aprovado com reservas sobre eventos, infraestruturas e videovigilância

Foi aprovado, com 31 votos favoráveis e a abstenção do presidente da Assembleia Municipal das Caldas da Rainha, Fernando Costa, a revisão ao orçamento da Câmara Municipal e a primeira atualização das Grandes Opções do Plano para 2026, durante a reunião ordinária realizada a 3 de fevereiro.

reuniao

“É notório o avançado estado de degradação do património histórico da vila”

O JORNAL DAS CALDAS prossegue nesta edição a série de entrevistas aos candidatos à presidência da Câmara Municipal de Óbidos. Bernardo Rodrigues, candidato do PS, é o segundo a responder às perguntas do JORNAL DAS CALDAS, onde refere que “é tristemente notório o avançado estado de degradação de alguns monumentos e a negligência no cuidado com o património histórico da vila de Óbidos”. No seu entender, é uma situação “incompreensível se tivermos em conta que uma das promessas do atual elenco autárquico foi mesmo obter o reconhecimento pela UNESCO de Óbidos como Património da Humanidade”.

Humberto Marques quer debate em Óbidos

O cabeça de lista do PSD à Câmara Municipal de Óbidos lançou uma carta aberta aos candidatos dos outros partidos para lançar um repto a que aceitem debater as suas propostas.

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CNE proíbe Câmara de Óbidos de retirar propaganda do PS

Na sequência de participação apresentada pelo Partido Socialista, relativa à notificação que lhe foi efetuada em 21 de agosto de 2013 pela Câmara Municipal de Óbidos, sobre a intenção de remoção dos dispositivos de propaganda eleitoral afixados por aquele partido político em locais situados na vila de Óbidos (identificação da sede de campanha e colocação de outdoor alusivo à candidatura do PS às eleições autárquicas de 2013), a Comissão Nacional de Eleições (CNE) deliberou, em 22 de agosto, notificar o presidente da Câmara para, sob pena de incorrer na prática do crime de desobediência, se abster de remover a propaganda do Partido Socialista.

A sensibilidade patrimonial do presidente da Câmara de Óbidos

O Senhor Presidente da Câmara acusa de insensibilidade para com o património a candidatura do PS, por causa do cartaz colocado em edifício no exterior das muralhas e não colidindo com a vista para qualquer monumento. Quanto à legalidade do nosso procedimento estamos falados: foi confirmado pela Comissão Nacional de Eleições e pelo Tribunal Constitucional. Se dúvidas houvesse… Quanto à sensibilidade para com o património, ficamos perplexos com o Sr. Presidente… Então as lonas que são colocadas na Porta da Vila, com anúncios? E a lona grande que está na parede junto do cemitério? E a bandeira azul e amarela que refere Quality coast, hasteada no torreão da Porta da Vila (o Castelo é Monumento Nacional…), há meses? E o estado das igrejas de Óbidos, que a Câmara se comprometeu a conservar e que nem caiadas são? E o frontal de Santa Maria a desfazer-se? E o desleixo em que está sistematicamente a Cerca? Ou a entrada poente? E o estado do Santuário do Senhor da Pedra? E o do Aqueduto? E o espaço da via pública todo ocupado por extensões comerciais? Sem comentários… E o Parque Tecnológico de Óbidos?

Quem paga o quê…a quem…?

Quando um familiar, a quem muito amo (militante de um dos partidos com assento parlamentar), me interpelou na rua - “esse Movimento Viver o Concelho tem muito dinheiro! Os independentes são ricos !!!“ – fiquei alarmada . Porquê? Porque nunca me pagaram a liberdade de pensamento que regula a independência das minhas ações. E no notável e crescente grupo de mulheres e homens de todas as idades que forma o espontâneo MVC – Movimento Viver o Concelho, o mesmo acontece. Não temos recursos financeiros, quotizamo-nos entre nós, fazemos muitas contas, só compramos quando há fundos suficientes e pagamos tudo na hora. Tudo é gerido com grande competência pela professora Maria Teresa Serrenho (candidata a Presidente da Câmara Municipal das Caldas da Rainha), que nos empresta a sua experiência de empresária e após consulta com todos nós. Somos, na realidade, uma equipa coesa que trabalha transversal, sem hierarquias verticais. Porque julgo que esta confusão se gerou pela ignorância dos factos relativos ao chamado Orçamento Eleitoral que todos os partidos e movimentos políticos têm que registar na Entidade das Contas no Tribunal Constitucional, pedi à Teresa que explicasse melhor este processo um pouco ambíguo:

Pinto Machado defende mariscadores da Lagoa

Carlos Pinto Machado, candidato do CDS-PP em Óbidos, pronunciou-se sobre a Lagoa de Óbidos, manifestando que “sem mediatismos falsos e patéticos como alguns que assistimos na semana passada, devo dizer que se deve optar por uma solução integrada que contemple as variadas realidades existentes na Lagoa de Óbidos. É imperativo não esquecer e acautelar a situação das numerosas famílias de mariscadores que lá vivem e que tiram o seu sustento da lagoa (pois são parte integrante da identidade e do equilíbrio ambiental da mesma), e só depois é que se deve pensar de forma sensata no seu aproveitamento turístico”. O candidato referiu que “é também necessário estabilizar a “aberta” da lagoa, efetuar o seu assoreamento e acabar de vez com as descargas das suiniculturas que ocorrem do lado das Caldas”.