Assassino da tia viu pena passar de 21 para 20 anos de prisão

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O homem que matou a tia por asfixia a 23 de agosto de 2024, na casa dela, em Peniche, viu o Supremo Tribunal de Justiça reduzir em um ano a pena de prisão, que passou de 21 para 20 anos, sendo considerado mostrar-se proporcional à gravidade do crime e adequada à sua punição.

 

Rodrigo Sousa, de 27 anos, assassinou a tia, de 73 anos, usando fita-cola e um casaco de lã, depois de a ter agredido com vários murros no rosto, fazendo com que a vítima caísse no chão e perdesse os sentidos, quando ela recusou dar-lhe dinheiro para comprar droga. Para que não o denunciasse às autoridades pela agressão, resolveu matá-la, por constrição das vias respiratórias, com a consequente asfixia.

O julgamento decorreu no Tribunal de Leiria, com condenação a 8 de julho deste ano. O arguido, que foi absolvido do crime de roubo qualificado na forma tentada de que também estava acusado, foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado e três anos de prisão por furto qualificado, resultando na pena única de 21 anos de prisão, agora reduzida para 20, após recurso interposto pelo arguido.

Da casa da tia, que vivia sozinha, furtou garrafas de bebidas alcoólicas e outros artigos, como brincos e anéis de bijuteria, com valor apurado de 378 euros.

Ali deixou pontas de cigarro que tinha fumado e alguns pertences seus. Como a tia já não era vista há alguns dias, a pedido de familiares os bombeiros locais foram chamados para abrir a porta da habitação, através de arrombamento, encontrando a mulher morta, com sinais de violência.

A investigação conduziu a Polícia Judiciária até ao seu sobrinho, que tinha os artigos levados da habitação da vítima na sua casa e automóvel.

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