As pichagens que cobrem por completo as várias paredes do Palácio Real, nas Caldas da Rainha, estão a “alastrar-se” para os edifícios em volta e começaram também a aparecer em partes mais sensíveis (em azulejo) do “Jardim da Água”.
A obra do mestre Ferreira da Silva, intitulada “Jardim de Água”, foi iniciada em 1993 e nunca chegou a ser terminada, tendo o seu autor falecido em 2016. Esta foi uma encomenda do então Centro Hospitalar das Caldas da Rainha, agora sob a alçada do Centro Hospitalar do Oeste (CHO).
É também o CHO a entidade responsável pelo Palácio Real, onde está instalado o Museu do Hospital e das Caldas.
Em 2020, o CHO anunciou que queria instalar um sistema de videovigilância no exterior do museu, uma vez que não é possível vedar completamente toda aquela zona, mas isso ainda não aconteceu.
Atualmente, a situação chegou a tal ponto que há rabiscos em cima de rabiscos, já desenhados por cima de outros.
O CHO parece também ter desistido de pintar as paredes do edifício ou de fazer qualquer tipo de limpeza.
Nos últimos dias apareceram “tags” (assinaturas de quem faz graffitis) numa das fachadas do “Jardim de Água” no interior da Mata Rainha D. Leonor, os quais acabam por estragar os azulejos e dificilmente podem ser apagados.




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