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Buscas nas Caldas em detenção de advogado de Lisboa e colaboradora

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O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve no passado dia 15 um advogado com escritório em Lisboa e uma sua colaboradora, durante uma operação de cumprimento de onze mandados judiciais, tendo sido, ainda, constituídos arguidos mais três suspeitos. Foram, também, realizadas quatro buscas em domicílios e cinco buscas em escritórios e gabinetes de contabilidade em Caldas da Rainha, Lisboa, Amadora, Almada e Rio Tinto.
SEF fez buscas em vários concelhos, incluindo Caldas da Rainha

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve no passado dia 15 um advogado com escritório em Lisboa e uma sua colaboradora, durante uma operação de cumprimento de onze mandados judiciais, tendo sido, ainda, constituídos arguidos mais três suspeitos. Foram, também, realizadas quatro buscas em domicílios e cinco buscas em escritórios e gabinetes de contabilidade em Caldas da Rainha, Lisboa, Amadora, Almada e Rio Tinto.

A operação decorreu no âmbito de uma investigação por indícios da prática dos crimes de falsificação de documentos, falsidade informática, associação de auxílio à imigração ilegal e associação criminosa.

“Os dois detidos são sócios de uma empresa de pretensa assessoria migratória, através da qual foram forjados e vendidos documentos a centenas de cidadãos estrangeiros, para que, assim, de forma fraudulenta, conseguissem legalizar-se em Portugal. Entre os documentos falsos produzidos e vendidos estão atestados de residência supostamente emitidos por juntas de freguesia, contratos de trabalho emitidos por empresas fictícias, recibos verdes e certificados de registo criminal portugueses e dos países de origem dos imigrantes”, revelou o SEF.

Os suspeitos recorriam a intermediários, que lhes angariavam os clientes estrangeiros, muitos deles nem sequer estando em Portugal.

No decorrer da operação, foi apreendida abundante documentação, em suporte material e virtual, telemóveis, computadores e dinheiro proveniente da atividade ilícita em investigação.

As buscas ao escritório do advogado foram presididas por um juiz de instrução e acompanhadas por um magistrado do Departamento de Investigação e Ação Penal e por um representante da Ordem dos Advogados.

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