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Céu de vidro na Praça da Fruta

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Estou muito feliz por ler nas páginas deste estimado jornal que o candidato à presidência da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Luís Patacho, gostaria de ver na Praça da República, vulgo Praça da Fruta, “uma cobertura em vidro”.

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Estou muito feliz por ler nas páginas deste estimado jornal que o candidato à presidência da Câmara Municipal das Caldas da Rainha, Luís Patacho, gostaria de ver na Praça da República, vulgo Praça da Fruta, “uma cobertura em vidro”.

Essa Proposta, que foi por mim apresentada na Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Caldas da Rainha – N. S. do Pópulo, Coto e S. Gregório no dia 1 de março de 2018, segundo rezam as crónicas políticas locais, do ano indicado, recebeu um apoio deveras interessante por parte das bancadas do PSD, do CDS, do BE e do PCP, na Assembleia Municipal, porém, os representantes do meu partido (PS), sem se debruçarem sobre o assunto, fizeram “vista grossa” e anunciaram que o mesmo “não seria executável para uma cidade como as Caldas da Rainha”.

Como sempre, e para que não passe em branco quem é o autor das Propostas que encaminho à citada Assembleia de Freguesia, remeto-as, também, em formato de artigo de opinião para a imprensa local. Em relação ao Céu de Vidro na Praça da Fruta fiz justamente o contrário, publicando primeiro na comunicação social (veja-se: Calisto, Rui. “Céu de vidro na Praça da República”. In.: Jornal das Caldas. Caldas da Rainha, ano XXVI, nº 1345, 14 de fevereiro de 2018, Escaparate, Opinião, p.29.), confirmando a autoria da mesma.

“As ideias são como as cerejas”, como diz o velho ditado, porém, ideias originais e inovadoras são difíceis de conseguir. Para isso é necessário conhecer muito bem o concelho e a sua população, e, modéstia à parte, possuir alargada condição cultural para agir localmente pensando globalmente.

Nestes quatro anos de mandato, na mencionada Assembleia de Freguesia, posso dar-me ao luxo de ter palmilhado toda a região que compreende N. S. do Pópulo, Coto e São Gregório e, graças ao contato com os fregueses, perceber as suas necessidades e aquilo que gostariam de ver realizado. Não é, portanto, um simples trabalho de gabinete.

Em 2018, o candidato que mencionei acima, comentou em reunião autárquica (pública), que “a Proposta não era viável, portanto, deveria ser esquecida”. Ora bem. O que aconteceu, de lá para cá, para que agora o seja? Será que o mesmo efetuou um conjunto de desenhos técnicos; representações gráficas; um programa de necessidades; um estudo de viabilidade; um código de obra (para determinar as normas técnicas, garantir conforto ambiental, conservação de energia, acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida, etc.); um estudo preliminar com criação de croquis, plantas baixas, maquetes 3D e demais representações tipógrafas; um anteprojeto; e, o mais “pesado”: Um estudo financeiro?

Fico realmente muito feliz, repito, por saber que, afinal, a minha ideia pode ser executada, e que, do pé para a mão (bendita campanha autárquica) algo surgiu (mistério) para avalizar a fiel, e perfeita, execução da Proposta.

Dou os meus sinceros parabéns, também, às Caldas da Rainha, pois esta poderá, enfim, possuir um novo ícone turístico (se o prezado candidato for eleito, claro).

Termino, por agora, com uma frase de George Orwell que me parece muito oportuna: “Em tempos de engano universal, falar a verdade torna-se um ato revolucionário”.

Rui Calisto

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