Joana Domingos, 23 anos, desempregada, Pó (Bombarral)
O que faz mais falta na minha opinião são as lojas de vestuário e calçado, porque são bens necessários.
São entendidos como bens não essenciais mas são, porque precisamos deles todos os dias. Graças a Deus continuamos a ter comida, continuamos a ter medicamentos e auxílio na saúde, mas ninguém pode ir roto e descalço para a rua.
Ivan Marcos, 21 anos, auxiliar de cozinha, Campo (Caldas da Rainha)
Necessito mesmo que abram as lojas de roupa e ainda bem que os barbeiros já podem trabalhar. Acho que ninguém consegue suportar se tiver roupas rotas e o barbeiro/cabeleireiro faz parte da higiene pessoal de todos.
São medidas necessárias, mesmo que medicamentos e alimentos sejam a prioridade clara.
Gabriel Jesus, 19 anos, empregado de balcão, Óbidos
Como trabalho num café está-me a fazer imensa falta abrir os cafés, para poder trabalhar, poder sustentar a casa e ajudar a minha família acima de tudo, porquea vida não está fácil nestes últimos tempos.
Felizmente comecei a trabalhar nesta segunda-feira ao postigo, quando começou o desconfinamento. A pandemia da Covid-19 atrapalha vários empregos, mas felizmente vamos voltando ao normal a pouco e pouco.
Ruben Venceslau, 21 anos, estudante, Painho (Cadaval)
Como artista musical, os bares são certamente os setores cujo encerramento têm tido mais impacto na minha vida, por isso é a abertura que me faz mais falta. É muito difícil ter rendimento da música numa altura em que não existem lugares para atuar e ao público faz falta aquelas noites de música ao vivo e convívio com os amigos.
Olga Parente, 46 anos, taróloga, Painho (Cadaval)
O que me faz mais falta que abra são as lojas de roupa e calçado, porque eu não confio nas lojas online. Hoje em dia a sociedade tem medo de ir ao hospital porque se nós não temos a Covid-19, começam a suspeitar de que temos o vírus, e se não for algo tão importante como a Covid-19 não nos dão prioridade devida, e há muita gente com doenças graves que está a ficar para trás. Acho que devíamos voltar às consultas e atendimentos sem serem relacionados com a pandemia.
Miguel Pinto, 48 anos, taxista, Foz do Arelho (Caldas da Rainha)
Fazem-me falta os restaurantes. Como sou taxista às vezes não tenho tempo para ir a casa almoçar, devido a fazer a rota até Lisboa e sítios longe da minha casa. Antes da pandemia os restaurantes abertos faziam imenso jeito porque não tinha que esperar uma a duas horas para almoçar.









0 Comentários