Segundo o matutino, foi consequência da agressão do pai, quando a abanou repetidamente de forma violenta, alegadamente para que a menina contasse com quem trocaria bilhetes de caráter sexual com outras crianças e confessasse contactos sexuais com um homem a quem chamava de padrinho, uma versão que suscita muitas dúvidas aos investigadores.
A investigação apurou que o progenitor também usou água quente para assustar a menor, havendo ainda marcas de outras agressões e de asfixia.
A acusação tem de estar pronta até 10 de novembro, seis meses após a detenção do pai e da madrasta de Valentina, também envolvida no homicídio e ocultação do cadáver. Ambos continuam em prisão preventiva.



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