Este festival, que decorre de uma parceria entre a Câmara Municipal e a Associação Riscas Vadias, é “mais que um evento artístico, pretende ser uma possibilidade promissora para a região Oeste”, cujos objetivos principais passam pela afirmação da cidade num novo cenário de turismo artístico/cultural de âmbito nacional e internacional, com o reconhecimento desta como ponto de visita obrigatório no roteiro de arte pública urbana, a par da Rota Bordaliana.
Nesta primeira edição, há hiper-realismo de Nuno Viegas, na Praça 5 de Outubro, uma homenagem a quem tem estado na linha da frente no combate à pandemia na ilustração de Akacorleone na Rua Augusto Gil, sem esquecer os mais velhos na Rua Coronel Soeiro de Brito, com Daniel Eime, e ainda a azulejaria e a cerâmica na Rua Capitão Filipe de Sousa, com Add Fuel, e a fachada cheia de cor deixada pelos vencedores do “Open Call” na Rua Dr. Leonel Sotto Mayor, com as “Manhãs de Mar”, uma interpretação que faz a ponte entre o Mercado do Peixe, ali perto, e a cidade.
A “segunda parte” do FALU acontece em outubro e aí será a vez de Bordalo II deixar a sua marca num evento que, em poucas semanas, transformou de forma impactante algumas das ruas e bairros da cidade.








0 Comentários