“Três pessoas encontram-se aprisionadas num momento: o retorno incessante à procura da verdade que se esconde nas profundezas do tremendo absurdo das coisas. E na procura de um sentido para o absurdo não encontraram sentido algum, mas encontraram a «revolta», que não é o sentido das coisas mas dá um sentido às coisas. Agarram-se a uma revolução, mas tudo o que fazem é escorregar entre hipóteses e lógicas que tão depressa parecem revelar alguma coisa, como nada. Há por isso momentos em que parecem ter mais medo do que vontade de saber a verdade. Ainda assim, uma preocupação latente leva-as à exploração de vários percursos e, na incerteza de qual será o mais acertado, escolhem o chá como um caminho possível”, lê-se na sinopse do espetáculo, com duração de 75 minutos. Os atores são Carmen Mesa, Francisco Sousa e Pedro Baptista.



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