A mancha de sangue na porta de um mediador de seguros em frente aos Pimpões, no Bairro da Ponte, mostrava as repercussões que a discussão ganhou.
Os vestígios de sangue de estavam espalhados ao longo de quinze metros. Terá sido uma questão relacionada com o estacionamento de carros que esteve na origem do desentendimento entre o mediador de seguros, de 62 anos, e um morador nas imediações, cerca das três e meia da tarde.
A alegada dificuldade de espaço para sair com o carro, que estava estacionado ao pé do jipe do mediador, terá levado o morador a interpelá-lo.
Quem começou a discussão e a agressão só a investigação poderá determinar, mas poderão ter havido insultos e ameaças físicas que culminaram em ânimos exaltados e os confrontos poderão ter sido mútuos.
O sexagenário terá usado um corta papéis, uma faca de abrir correspondência, atingindo no braço esquerdo o outro indivíduo, que ainda foi em sua perseguição e andou aos murros na porta da empresa de seguros, para onde o mediador fugiu.
A vítima seria transportada pelos bombeiros das Caldas da Rainha para o hospital. Os ferimentos foram considerados graves, mas não corre perigo de vida.
A unidade técnica da PSP recolheu indícios para servirem de prova, tendo o acesso à rua estado vedado ao trânsito diversas horas e mesmo a entrada e saída de uma garagem esteve interdita até à conclusão dos trabalhos de peritagem, após as 19 horas. Seguiu-se uma exaustiva limpeza do local, pelos bombeiros.
O suposto agressor foi identificado pelas autoridades e notificado para comparecer no tribunal para ser ouvido por um juiz de instrução criminal.




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