Quebrou o equilíbrio entre o desenvolvimento e exploração silvícola com a floresta e a flora autóctone. Aumentou consideravelmente os riscos de incêndios nas zonas de plantação. Obrigou o estado português a equipar-se com mais meios materiais e humanos no combate aos incêndios, e carrega-o com mais despesas adicionais no reembolso às vítimas de incêndios que perderam animais ou haveres materiais As indústrias papeleiras que utilizam o eucalipto para transformar em pasta de papel fazem descargas poluentes matando milhões de peixes e outros animais nos rios, como aconteceu em 2018 no rio Tejo.
O combate aos incêndios provoca uma redução acentuada no nível da água das barragens com consequentes perdas e problemas adicionais aos agricultores nestas regiões. Na região das Caldas da Rainha o pior e mais grave, além dos sérios riscos de incêndio, tem sido o gradual desaparecimento do pinheiro, com o consequente afastamento ou mesmo desaparecimento de certos animais (aves quebra nozes, cruza bico e estrelinha de poupa) na nossa zona assim como certos cogumelos (míscaro, tortulho e Cèpe de Bordéus).



0 Comentários