Estão presentes este ano na Expotur 21 tasquinhas e 117 pavilhões de exposição. A oferta gastronómica é dominada pela cozinha caseira tradicional, com pratos confecionados e servidos por populares das coletividades, associações e clubes desportivos, criando uma experiência de autenticidade e contato com a população.
Na abertura do certame autarcas e convidados realizaram a clássica volta por todas as tasquinhas e stands, numa autêntica prova de comes e bebes. A ideia era provar iguarias e conversar com as cozinheiras que nestes dias não têm mãos a medir para os pedidos. Ainda a comitiva fazia a volta e já estavam centenas de pessoas sentadas nas mesas das diferentes tasquinhas para jantar.
“São estes sabores, confecionados com o mesmo carinho e tradição das nossas mães e avós, que quem nos visita pode esperar encontrar nas Caldas da Rainha”. A afirmação é do diretor da Expoeste, António Marques, revelando que este ano a grande novidade é “a área do hall de entrada do pavilhão da Expoeste estar reservada para os bares com a animação musical composta por dj’s a partir da meia-noite e meia até às duas de meia da manhã. “Criou-se naquele espaço mais um polo de atração”, sublinhou António Marques, acrescentando que “outra novidade foi trazer alguns ícones ao programa de animação”, como o cantor belga Art Sullivan, intérprete de canções como Petite Demoiselle, Donne Donne-Mois, que atuou no primeiro dia da Expotur.
“A Feira está mais airosa”, adiantou o diretor da Expoeste destacando no domingo a Expotur ter sido palco do programa da TVI, Somos Portugal, entre as 12h00 e as 20h00, promovendo a nível nacional a gastronomia tradicional etnografia e artesanato local”.
“Isto é a festa das Caldas da Rainha que junta as famílias e amigos fundamentais para a nossa identidade e para a comunhão entre todos os caldenses”, disse o presidente da Câmara das Caldas, que liderou a comitiva de provas na inauguração do certame. “Temos excelente gastronomia, um espaço agradável que atrai milhares de pessoas incluindo turistas e emigrantes, que aqui têm a alternativa de vir ao restaurante ou assistir aos grandes espetáculos que vêm engrandecer o evento”, adiantou Tinta Ferreira.
O autarca destacou nesta edição a criação de uma zona de bares que é “uma experiência nova e que permite um espaço concentrado da feira e um local para os jovens ou pessoas que preferem os bares e dj’s”.
Tinta Ferreira elogiou ainda o stand que representa a reabertura do Hospital Termal com a divulgação dos tratamentos.
Para o presidente da autarquia, a principal preocupação centra-se “na criação das condições necessárias para que a receita angariada pelas associações participantes seja a suficiente para que estas mantenham ativa e viva a sua intervenção na comunidade”. “O país está todo a passar por uma grande crise de natalidade e que se reflete também nas freguesias rurais das Caldas, pelo que estas estruturas têm que ter muita qualidade para continuarem a desenvolver as suas atividades desportivas e culturais, dando qualidade de vida social a todo o concelho, para que as pessoas das freguesias rurais tenham as mesmas oportunidades das da cidade”, apontou Tinta Ferreira.
Durante o certame a animação musical será garantida por Emanuel, Rebeca, Canta Brasil, The Happy Mess e a Orquestra Ligeira do Monte Olivett. Diariamente os ranchos folclóricos e grupos do concelho apresentam-se perante o público.
A 7 de agosto será celebrado o Dia do Emigrante, com um almoço convívio, seguido de um baile popular com o Duo Rodrigo e Filipa.
A 11 de agosto terá lugar o encerramento com a Orquestra Ligeira do Monte Olivett e Cantigas da Nossa Terra – São Portugal e Bombos de Santo Onofre, acompanhados pelo coro dos expositores.













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