Baseado num método de luta, que visa aumentar as condições físicas do praticante, ensinando também técnicas eficientes de defesa pessoal, o kick boxing é hoje “uma das artes marciais mais praticadas no mundo”, proporcionando “uma visão mais abrangente e eficiente da arte de lutar”, explicou o instrutor brasileiro Fábio Chuairi, antigo instrutor da seleção irlandesa e responsável pelas aulas no ginásio.
Por vezes é “confundido com o muay thai (boxe tailandês), sendo ambos semelhantes mas com extremas diferenças, não apenas nas regras, mas também na prática, pois o foco do lutador durante a luta é diferente”. Além disso divide-se em diversas vertentes, sendo a mais conhecida a K-1, que é dada por Fábio.
Durante as aulas, que duram entre uma hora a uma hora e quinze minutos, o professor ensina aos alunos diversos golpes. Entre eles, socos, joelhadas, cotoveladas e pontapés dos mais variados tipos, que “ajudam a trabalhar todo o corpo”.
Reduz ainda a gordura corporal e ajuda a estruturar o corpo. Além disso aumenta a aptidão física, a força, a resistência muscular, a flexibilidade, a autoestima, a confiança, a coordenação motora, e o exercício mental. “Cada batida que uma pessoa dá é uma batida que dá no seu stress, saindo assim da aula muito mais aliviada”, salientou o instrutor.
Com apenas um mês de existência no Queens, as aulas de kick boxing contam com nove alunos, em que o mais novo tem 14 anos e o mais velho tem 50 anos. “Nesta modalidade pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade podem treinar e praticar a luta”, sublinhou o responsável.
As aulas decorrem todas as segundas, entre as 18h30 e 19h30, no Queens Fitness Club I, e às quartas-feiras das 19h50 às 20h50, no Queens II.



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