O exercício simulou um incêndio, seguido de uma explosão, nos laboratórios, situados na zona central do edifício da Escola Básica e Secundária Fernão do Pó, provocando seis vítimas, quatro com ferimentos ligeiros e duas com ferimentos graves.
Dado o alarme, docentes, estudantes e auxiliares, num total de cerca de mil pessoas, foram ordeiramente saindo do edifício em direção ao campo de râguebi, tendo a evacuação “decorrido sem qualquer problema e demorado cerca de quatro minutos e meio”, segundo o diretor do AEFP, Emanuel Vilaça.
O exercício envolveu as várias entidades ligadas à Proteção Civil, como foi o caso dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, que se deslocaram ao local com 19 elementos, apoiados por seis viaturas.
Envolvida esteve também a GNR, que controlou o trânsito nas imediações do edifício escolar, para facilitar o acesso das viaturas de emergência.
O simulacro contou ainda com a participação da Câmara Municipal, que fez deslocar até ao local uma retroescavadora e um camião para a remoção e transporte dos detritos.
Quem desempenhou um papel fundamental neste exercício foi o Grupo de Primeira Intervenção do AEFP, coordenado pelo professor Alberto Claudino, que tem como missão o levantamento da situação e a disponibilização de informação às forças de segurança.
Como explicou Emanuel Vilaça, este grupo é composto por vários alunos da escola que são ou desejam ser bombeiros, e que tem uma função específica na organização da evacuação e no apoiou ao socorro.



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