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Pesca ilegal de “meixão”

Francisco Gomes

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Foi realizada pela Polícia Marítima da Nazaré, no dia 18 de janeiro, uma ação de fiscalização na margem esquerda do rio Alcôa e zonas adjacentes, com o intuito de detetar e apreender artes destinadas ao exercício da pesca de meixão, que são deixadas de forma dissimulada nas margens dos rios pelos seus utilizadores, para serem usadas durante o período noturno.
Artes de pesca apreendidas

Desta operação resultou a apreensão de cinco “capinetes”, artes destinadas à pesca daqueles espécimes, os quais se encontravam escondidos entre a vegetação e nos canaviais, junto à margem esquerda do rio e nas zonas adjacentes.

Das infrações detetadas, foram elaborados os respetivos autos de notícia que darão origem aos correspondentes processos, tendo o material apreendido sido armazenado.

A enguia europeia, cujo termo “meixão” designa o seu estado final da fase larvar, consta como espécie protegida na Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção, pelo que a sua captura pode ser qualificada como crime de “danos contra a natureza”.

Uma ação de combate à captura ilegal de meixão no rio Lis, no rio Alcôa e no Rio Tornada foi realizada no dia 17 de janeiro pela Polícia Marítima da Nazaré, que apreendeu um capinete que estava dissimulado na vegetação, na margem direita do rio Tornada.

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