A Caixa Agrícola do Bombarral organizou a sessão “Impacto das Novas Tecnologias no nosso Quotidiano”, com Nuno Sampayo Ribeiro, que começou por destacar que “esta é a linguagem do presente, que queremos que esteja ligada a um futuro mais humano, mais coeso, justo e inclusivo, e nesse sentido cabe-nos contribuir para despertar as pessoas para as novas realidades que os avanços tecnológicos têm colocado perante todos”.
“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, expressão de Luís de Camões, foi aplicada nesta sessão, para vincar que “é preciso termos consciência dos tempos em que estamos e é necessário que o pulo para o mundo avançar seja de todos e não apenas de alguns”.
Filipe Costa, presidente do conselho de administração da Caixa Agrícola do Bombarral, explicou que numa altura em que a instituição celebra 107 anos têm sido promovidas diversas sessões com preocupações de natureza social e não apenas relacionadas com a atividade bancária.
“Devemos dentro da medida das nossas possibilidades apoiar as instituições concelhias e estas iniciativas fazem parte de uma estratégia que visa alterar a conotação negativa da banca desde a crise de 2008. De uma forma geral, as pessoas associam hoje os banqueiros a algo de mau e não como intermediários financeiros de confiança. É o que estamos a procurar fazer”, justificou.
“No fundo é promover iniciativas que são úteis às pessoas, que abordam temas sensíveis e de um futuro próximo, fazendo com que sejamos vistos de uma forma séria, como pessoas íntegras”, declarou.
Em relação ao tema abordado, frisou que “as tecnologias têm um lado bom e um lado mau e há muita gente que não tem a noção dos muitos perigos que existem e que correm ao utilizarem a internet, porque não têm conhecimento ou inadvertidamente, e indo ao encontro da função social que temos e de transmitir confiança à população, alertamos as pessoas para aproveitarem os benefícios que as tecnologias têm”.
Na plateia estiveram empresários e estudantes.






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