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Tauromaquia como património cultural imaterial das Caldas

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A Assembleia Municipal das Caldas da Rainha está a analisar uma proposta do deputado Paulo Espírito Santo, que quer que a tauromaquia seja considerada património cultural imaterial.

Na sua proposta, o deputado do PSD sublinhou que “a tauromaquia assume no município das Caldas da Rainha uma muito relevante importância cultural, social e económica”, apontando que “as corridas de toiros fazem parte dos costumes das gentes” do concelho.

Paulo Espírito Santo recordou que em 1840 “foi construído em madeira o primeiro circo taurino, no antigo Campo da Choca, que no início do século passado dava pelo nome de Praça Nova”. Acrescentou que a atual praça de toiros foi inaugurada a 13 de julho de 1883 e é ali que “ininterruptamente até hoje se realiza a corrida de toiros mais antiga do país – a tradicional corrida do 15 de agosto”.

“As largadas de toiros estão indissociáveis de eventos como o festival Oeste Lusitano”, recentemente realizado, fez notar o social-democrata, frisando ainda que a tauromaquia “está presente no fado das Caldas”.

Indicando igualmente que em 2018 se comemoram os 25 anos de existência do atual grupo de forcados amadores de Caldas da Rainha, o deputado defendeu a ideia de que a tauromaquia “fomenta o desenvolvimento turístico do município, permitindo difundir a cultura, promover valores, costumes e tradições”. “Graças à tauromaquia, concentram-se todos os anos na cidade milhares de pessoas e gera importantes benefícios económicos”, manifestou.

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