Quando a aviação começa a desenvolver-se, no início do século XX, Artur Rebelo, um jovem natural da Marinha Grande apaixona-se pelos assuntos do ar. Ingressa na escola de aviação militar e conhece o leiriense Fernando Lara Reis. Entre outros pilotos portugueses, são chamados a combater nos céus de França. A guerra trouxe amarguras, mas também progresso tecnológico, amores, paixões, encontros e desencontros.
Procurando passar um retrato fiel da envolvência e camaradagem dos pilotos de caça, o leitor é levado a fazer uma viagem desde início do século XX até aos dias de hoje, num enredo em que convive com personagens como Machado Santos e Afonso Lopes Vieira, entre outros. Uma viagem em que as intrigas de outrora são reveladas em fascinantes descobertas num sótão.
De uma forma implícita está um convite à reflexão sobre o papel da Carbonária, da Maçonaria e da Igreja numa época tão conturbada da nossa história. Não faltam as descrições de uma cerimónia carbonária, de uma cerimónia maçónica e um olhar crítico aos acontecimentos em Fátima.
Passados cem anos sobre a batalha de La Lys, esta obra assume-se como um tributo a todos os portugueses que tombaram na Grande Guerra, um tributo aos pioneiros da aviação militar portuguesa e uma homenagem ao único soldado português fuzilado em França.
O escritor nasceu em 1963, na Marinha Grande. Viveu em Leiria e frequentou o curso de Relações Públicas na LeTourneau University, Texas, nos EUA.
Em 2015 terminou a licenciatura em Relações Humanas e Comunicação Organizacional, na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria.
Desde cedo que o gosto por escrever o acompanha, sendo autor do romance “Fontes de Guerra, Fontes de Paz”, apresentado em 2013 nas Caldas da Rainha numa sessão organizada pelo JORNAL DAS CALDAS.
Em 2017 lançou o romance histórico “Mar liberal – batalhas navais que mudaram o rumo da História de Portugal”.





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