Com o verão aí à porta aparecem as festas, tasquinhas, entre outros eventos festivos que preenchem toda a zona oeste/litoral. O calendário das festas estende-se de forma a preencher muitos dos fins de semanas até ao final do verão, evidenciando o potencial de bandas, dj’s regionais e também dando à sociedade o prazer de ver atuar nomes de gabarito nacional e internacional, que fazem presenças e atuações nas festas.
A essência destas festas baseia-se em eventos culturais, onde reinam o comércio, actividades didáticas e diversificadas, de forma a poderem satisfazer as necessidades da população. No meu ver, muitos destes eventos têm pontos altos e atrativos, de forma a fazer crescer o comércio local e dar mais diversão aos cidadãos da região oeste, todavia, também têm seus pontos negativos, desde a quebra de presença nos clubs e bares e falta de consumos, que por vezes levam muitos dos clubs nesta época a fecharem as portas, por falta de clientela/faturação.
A sociedade civil, nesta época onde o calor e sol aperta, prefere estar ligada ao ambiente, ao ar livre, fugindo aos locais fechados e escuros. As festas de verão, 90% delas, são efetuadas em recintos abertos, onde a entrada é livre e os preços são económicos, permitindo maiores consumos, e onde há várias atrações musicais, desde bandas e dj’s. Nós, enquanto sociedade, devemos preservar os clubs e a sua continuidade, pois eles acompanham-nos todo o ano, faça frio, chuva ou sol, os clubs/bares/discos estão lá para satisfazer e completar a nossa diversão noturna, sendo o nosso ponto de escape e fuga ao stress.



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