De acordo com Duarte Soares, presidente da APCP, “as demências serão o maior desafio dos cuidados paliativos nas próximas décadas, sendo que as estimativas europeias mais conservadoras apontam para o triplicar do número de diagnósticos. Paralelamente, o desafio clínico na identificação e abordagem das necessidades complexas destes doentes implicará necessariamente um forte investimento na formação tanto de profissionais como de cuidadores”.
Para José Carreira, presidente da Alzheimer Portugal, “a gestão e acompanhamento do acordo, que serão feitos em conjunto, vão possibilitar uma maior eficácia no trabalho a realizar em prol do progresso dos cuidados paliativos no nosso país, seja através da definição de linhas orientadoras, ou da criação de condições para a partilha de conhecimento científico e clínico”.
Entre as ações propostas para os próximos três anos estão a manutenção dos mesmos direitos para os associados de cada associação, nomeadamente no valor das inscrições em atividades científicas organizadas pela associação congénere, ou a promoção de encontros que o intuito de partilhar conhecimento e experiência na área em questão.



0 Comentários