O exercício realizou-se durante o intervalo das aulas, com alunos no interior e no exterior do edifício, o que fez com que os estudantes tivessem de “adaptar as rotinas e os procedimentos que já interiorizaram a uma realidade que pode perfeitamente acontecer”, como explicou o diretor do AEFP, Emanuel Vilaça.
O exercício envolveu as várias entidades ligadas à Protecção Civil, como foi o caso dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, que compareceram com 18 elementos e seis viaturas.
A GNR esteve envolvida com sete elementos do posto local, que procederam ao corte do trânsito nas imediações do edifício escolar, com um elemento da Escola Segura e uma equipa cinotécnica, para a realização das buscas no interior do edifício.
O simulacro contou ainda com a participação da Câmara Municipal, que fez deslocar até ao local uma retroescavadora e um camião para a remoção e transporte dos detritos.
No exercício estiveram igualmente envolvidos os alunos que compõem o Grupo de Primeira Intervenção do AEFP, cuja missão passa pelo reconhecimento e disponibilização de informação às forças de segurança.
Na hora de fazer o balanço, Emanuel Vilaça considerou que o simulacro “correu bastante bem, tendo em conta o cenário criado”, embora existam “algumas arestas por limar”.
Analisando a reacção dos alunos no momento em que foi dado o alarme, Alberto Claudino, professor responsável pela área de protecção civil, manifestou ser necessária uma melhor preparação para este contexto, porque “a maior parte dos alunos não reagiu da forma que devia ter reagido em caso de sismo, tendo-se comportado como se fosse uma evacuação normal”.
O simulacro coincidiu com o primeiro dia do encontro do projecto Erasmus+ “European Olympics”, tendo o exercício envolvido professores e alunos oriundos dos países europeus envolvidos neste projecto: Bulgária, Espanha e Eslovénia.




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