Artur Cardante, de 82 anos, foi atropelado no dia 23 de março, quando se dirigia a casa, após o treino. Foi transportado ao Hospital de Caldas da Rainha, onde foi diagnosticado com traumatismo craniano e fraturas múltiplas, sendo posteriormente transferido para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde esteve internado até regressar à unidade de saúde caldense.
Aparentava progressos no seu estado de saúde mas acabou por falecer, deixando o clube completamente consternado, já que era uma pessoa bastante estimada.
Fazia parte da classe dos “super-veteranos”, um projeto pioneiro do Clube Karate Shotokan das Caldas da Rainha, que coloca a praticar esta arte marcial homens e mulheres com idades entre os 60 e os 85 anos, com grandes benefícios para o bem-estar físico e psicológico dos atletas.
Há precisamente um ano entrevistado pelo JORNAL DAS CALDAS, o então cinto azul, natural e residente nas Caldas da Rainha, relatava que “gosto de fazer isto porque já estava a criar muita barriga e isto faz-me muito bem. Vou para o karaté mas não é para levantar a perna até ao telhado. Faço três vezes por semana. Às vezes puxa por nós, mas parece que estou mais leve”.




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