Apesar de outros passageiros terem viajado a seguir noutro avião, a equipa recusou por considerar estar afetada e desgastada, o que não impediu o castigo infligido pela FPF, contestado pelo clube e adeptos, que se mostram incrédulos.
O Praiense revelou ter tido conhecimento, através de pessoas que iam no mesmo avião, que o Caldas se mostrou satisfeito com a contrariedade, pois dava jeito para descansar até ao jogo desta quarta-feira com o Desportivo das Aves, para a Taça de Portugal, versão rejeitada pelos dirigentes caldenses, que asseguraram estar abalados com o raio que atingiu o Airbus A320 da Azores Airlines ao princípio da noite de 10 de abril.
Também a dupla de comentadores desportivos da Mais Oeste Rádio, Jorge Galeão e João Serrenho, viveu um pequeno susto, pois o avião que os transportava só aterrou à segunda tentativa em Ponta Delgada, depois de ter chegado a tocar no solo levantando de seguida.
O jogo entre o Praiense e o Caldas, a contar para a 27ª jornada, já havia sido adiado no final de março devido às condições climatéricas, que impediram a equipa de apanhar um voo de ligação entre Ponta Delgada e a Terceira.




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