O monumento esteve encerrado para a habitual manutenção e renovação dos conteúdos, marcando o regresso à atividade com as exposições histórica e documental “O Forte de S. Miguel Arcanjo – Guardião da Memória”; fotográfica “Entre Ondas”, de Vitor Estrelinha, e de escultura “Desktop”, de Thierry Ferreira.
O Centro Interpretativo do Canhão da Nazaré, na sala do Instituto Hidrográfico, e a Surfer Wall Museum (com a exposição de pranchas de surf de atletas que vivem a experiência das ondas da Praia do Norte) completam a oferta cultural permanente neste edifício histórico, um dos mais visitados do concelho.
Em quatro anos de abertura regular ao público, 400 mil turistas passaram pelo espaço. 2017 foi o melhor ano: 174 mil pessoas deslocaram-se ao Forte, o que representa um crescimento comparativamente a 2016 (121.374 visitantes).
Aberto diariamente, a entrada custa um euro e é gratuita para crianças até aos dez anos.




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