Para o primeiro problema, a solução passa por construir um novo terminal rodoviário. Creio que o melhor local será o do enorme terreno existente na confluência da avenida general Pedro Cardoso com a rua prof. Abílio Moniz Barreto (N360), uma área de excelentes acessos e que não causaria nenhum dano ambiental à região.
Esse novo terminal rodoviário, preparado para receber o embarque e o desembarque de passageiros vindos de todo o país (e até do estrangeiro), poderia possuir três pisos, sendo um para estacionamento subterrâneo, outro para o terminal em si e o terceiro para um conglomerado de lojas, um restaurante, uma sala de exposições e um anfiteatro.
A logística de entrada e saída de veículos seria muito mais cómoda, os acessos são excelentes, e a ligação com a autoestrada está a menos de dez minutos. Na sua zona externa poderia ser instalada, também, uma paragem para táxis, e outra para o Toma.
O segundo problema (um local confortável e seguro, para o embarque e o desembarque de turistas) pode ser resolvido do melhor modo possível, utilizando uma solução prática e sem custos: O aproveitamento do edifício dos antigos Capristanos (atual terminal rodoviário de Caldas da Rainha), como o fluxo de autocarros turísticos será bem menor do que as carreiras diárias.
Esse novo terminal turístico pode, inclusive, ser o ponto de encontro de várias linhas do Toma, adequando, com mais eficácia, esse meio de transporte, às necessidades da população.
Caldas da Rainha carece de uma apropriada rede de transportes públicos, por todo o seu território, oferecendo aos cidadãos uma melhor qualidade de vida, por isso, retirar os automóveis do centro da cidade é imperativo, aumentar as áreas verdes, bem como os espaços de lazer, também.
Negociar com as partes (proprietários do terreno localizado na confluência da avenida general Pedro Cardoso com a rua prof. Abílio Moniz Barreto e Rodoviária do Oeste, é uma questão política. Com boa vontade tudo se faz.



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