Através do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), Portugal foi anfitrião ao longo de uma semana de um programa de intercâmbio de tripulantes de embarcações salva-vidas de Inglaterra, França, Alemanha, Holanda e Estónia. No último dia realizou-se um exercício de busca e salvamento marítimo.
Este exercício colocou os participantes perante um possível cenário real de busca e salvamento, procurando que os tripulantes europeus de embarcações salva-vidas partilhassem conhecimentos e que apresentassem capacidade de adaptação, coordenação e interação, considerando os diferentes métodos de trabalho de cada país.
Os tripulantes estrangeiros mostraram os seus conhecimentos de busca e salvamento, perante a adversidade do nevoeiro cerrado, o que obrigou a ter um empenho redobrado.
“Temos obviamente algumas diferenças mas este exercício possibilitou que os elementos de diferentes países criassem uma equipa operacional coesa”, indicou o tenente Michael Santos, chefe do serviço de salvamento do ISN.
Os socorristas europeus reconheceram a vantagem da troca de experiências. “Eu pensava que o modo de atuação do meu país tal como aprendi era a maneira correta, mas vir aqui e partilhar conhecimentos e informações com diversos países, aprendendo novas técnicas, é importante para saber outras formas de intervenção”, manifestou Dan Sinclair, socorrista inglês.




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