Domingo é, para muitos nós, um dia de descanso, de relax, um dia para estar com a família e amigos. No passado domingo, dediquei-me ao passeio por esta cidade e deparei-me de imediato com a falta de espaços abertos para oferecer ao caldense momentos de lazer, confraternização e diversão.
Num dos locais com mais afluência de jovens e outras faixas etárias, que é a “praça dos bares”, não havia nenhum estabelecimento comercial aberto, em mais de cinco cafés/bares, por volta da hora de almoço. Para mim é inacreditável não haver aos domingos, na praça 5 de Outubro, matinés com djs, bandas, zumba, atividades desportivas, teatro, entre tantas dinâmicas que se podiam desenvolver neste âmbito e neste dia .
É quando 99% dos cidadãos caldenses se encontram disponíveis, em casa com a sua família a tentar organizar planos para furar a rotina. A “praça dos bares” devia ser um ponto de encontro local.
Hoje em dia não reina o ambiente que havia, a diversão de antigamente e o “ponto de encontro” de gerações e amigos, que tornava esta praça o sítio ideal para início de uma noite promissora. Ainda me lembro das concentrações de amigos que se deslocavam à praça para irem até a “rotunda da Câmara” apanhar o autocarro para a Discoteca Green Hill, entre outras romarias.
A dita possui um “anfiteatro” com um potencial tremendo para desenvolvimento cultural, musical e artístico. Porque é que a Câmara não desenvolve mais actividades?
Era mais uma fonte de rendimento para o comércio local, mais uma forma de interação entre a população, mais uma razão para o domingo deixar de ser um dia “chato e aborrecido”.



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