“Meus queridos amigos, é com muita alegria que vos vejo aqui hoje. Chegaste a uma etapa bonita. Ides ser gente grande. Um dia formados finalistas de cursos superiores, com muita valentia e muita inteligência, ides ser os instrumentos de Deus na sociedade”, sustentou o padre Joaquim Pedro Costa, sublinhando que a Festa da Família, celebrada no dia anterior na “casa mãe”, representa “o prolongamento desta assembleia, onde cristãos cuidam uns dos outros, prestando atenção ao próximo, desde dos mais pequeninos aos mais idosos, para que não falte nada a ninguém”.
O sacerdote, na homilia, alertou que ser “profeta hoje” é sinónimo de “anunciar o bem”, com transparência, vivendo dignamente, capaz de “denunciar também o mal” sob “as injustiças, perseguições e mentiras”. Interpelando os crentes a terem coragem diante as adversidades, o responsável manifestou que embora Deus permita, por vezes leva-se “bordoada”, quando “dizemos, ‘isto não pode continuar’, pois existem sempre pessoas que não gostam de ouvir as verdades e caem sobre nós”. “Só Cristo não nos persegue, apenas nos abraça com a sua fortaleza”, reforçou.
“Não temais”. Segundo o pároco é a expressão do evangelho que os crentes devem memorizar e eternizar no seu coração.
“Não tenhas medo de arriscar, não tenhas medo mesmo perante as críticas injustas, avança, continua a anunciar e a denunciar, continua a progredir e a dar o teu melhor, porque nosso senhor haja o que houver na nossa vida não desiste de nós, defende-nos, ama-nos muito e está sempre connosco”, concluiu.
João Polónia



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