O imóvel destina-se a ser recuperado, tendo em vista a sua conservação, restauro e desenvolvimento das atividades de âmbito cultural e de interesse municipal. Por se tratar de um imóvel classificado de interesse público e integrado no domínio público hídrico, a realização de obras no mesmo carece de parecer prévio da Direção-Geral do Património Cultural e da Agência Portuguesa do Ambiente.
O investimento na requalificação está estimado em um milhão de euros, divididos pela recuperação e conservação do imóvel, e pela execução de infraestruturas (água, saneamento, acessibilidades, entre outras).
“Há três anos e meio que venho lutando para que o Forte fosse cedido para o património do Município como contrapartida da requalificação que é necessária fazer ”, declarou Walter Chicharro, presidente da Câmara Municipal.
O acordo entre a Direção-Geral do Tesouro e Finanças, Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional e Município estipula em 25 anos o período de cedência do edifício à Nazaré, durante o qual será paga uma renda mensal na ordem dos 2.520 euros aos proprietários do património.
“Foi este executivo que o abriu o ano todo e que tem feito dele um grande sucesso com mais de 300 mil visitantes em dois anos e alguns meses”, adiantou o autarca. “É uma questão de opção. Ou recebemos o imóvel com uma renda residual e fazemos a intervenção, ou esperamos que ele caia”, referiu.



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