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Comissão de utentes questiona simulacro no hospital das Caldas

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A Comissão de Utentes pelo Centro Hospitalar do Oeste questiona como é que é possível que o simulacro realizado no hospital das Caldas da Rainha no dia 27 de abril no âmbito do plano do Centenário das Aparições de Fátima permitiu retirar ilações para situações de catástrofe reais.

Apontando que “todos os dias os utentes se deparam com as mais diversas dificuldades, desde o atendimento à falta de condições a vários níveis”, a comissão diz ter ficado ”estupefacta”, interrogando: “O que é que se passou no simulacro, que não se passa na realidade no dia a dia no hospital?”

“Será que durante o simulacro existia material diagnóstico suficiente, como por exemplo medidores de tensão, que para além de serem poucos funcionavam mal. Será que o simulacro apenas foi feito com dois eletrocardiogramas, com os monitores de sinais vitais da sala do Serviço de Observação a trabalhar mal, sem traçado, outros não têm oxímetros. Será que o simulacro foi feito com cadeiras de rodas totalmente danificadas, com pneus furados?”, questiona a comissão.

“Será que a comissão de utentes está errada e no simulacro, e nenhum destes equipamentos foi necessário e nem se deu pelo estado de degradação em que todos estes se encontram? O que é que mudou assim tanto de um dia para o outro, para finalmente o Hospital de Caldas estar a funcionar tão bem?”, pergunta, em tom irónico.

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