Apontando que “todos os dias os utentes se deparam com as mais diversas dificuldades, desde o atendimento à falta de condições a vários níveis”, a comissão diz ter ficado ”estupefacta”, interrogando: “O que é que se passou no simulacro, que não se passa na realidade no dia a dia no hospital?”
“Será que durante o simulacro existia material diagnóstico suficiente, como por exemplo medidores de tensão, que para além de serem poucos funcionavam mal. Será que o simulacro apenas foi feito com dois eletrocardiogramas, com os monitores de sinais vitais da sala do Serviço de Observação a trabalhar mal, sem traçado, outros não têm oxímetros. Será que o simulacro foi feito com cadeiras de rodas totalmente danificadas, com pneus furados?”, questiona a comissão.
“Será que a comissão de utentes está errada e no simulacro, e nenhum destes equipamentos foi necessário e nem se deu pelo estado de degradação em que todos estes se encontram? O que é que mudou assim tanto de um dia para o outro, para finalmente o Hospital de Caldas estar a funcionar tão bem?”, pergunta, em tom irónico.



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