Houve missa no areal, em frente à capitania e um espetáculo de homenagem ao pescador. Onze imagens sagradas foram transportadas em embarcações de pesca. A comitiva juntou cerca de três dezenas de barcos.
“Os pescadores são muito católicos. Para nós a festa é um agradecimento a Deus por estarmos no mar a salvo e a apanhar peixe”, relatou Joaquim Zarro, da comissão organizadora.
Organizada pela Paróquia da Pederneira, Município da Nazaré e Capitania do Porto da Nazaré, a procissão teve a participação da corveta António Enes, da Marinha, em redor da qual os barcos deram três voltas.
Gomes Agostinho, comandante da capitania da Nazaré, comentou que “trata-se de um evento cultural de larga tradição e naturalmente a autoridade marítima associa-se a quem faz do mar o seu modo de vida”.
Esta é uma festa popular que cativa habitantes e forasteiros. “Achei muito bonita. É espetacular, vale a pena ver”, “é uma festa tradicional e ficamos sensibilizados”, foram algumas das observações escutadas.
A comunidade piscatória aproveitou esta procissão para pedir proteção divina para os pescadores e também sorte na pesca.



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