“A direção do Centro de Juventude não passa do resultado de uma sede de controlo político que torna a própria direção composta por quem não tem qualquer intervenção regular na vida da associação. A constituição de um grupo de trabalho plural, representativo, eventualmente consultivo, que trabalhe sobre a urgente renovação do objeto para o Centro de Juventude e para o pelouro da juventude é, em nosso entender, crucial”, defenderam Rui Correia e Jorge Sobral.
Os socialistas denunciam que há trabalhadores “constantemente recrutados para todo o tipo de tarefas, mais ou menos braçais, para outras iniciativas e eventos, oriundos de outros pelouros”, apontando que isso “impede-os de se dedicarem em exclusivo, como seria suposto, à dinamização de uma política de juventude”.
“Poderia argumentar-se que se trata de boa gestão de recursos humanos. De versatilidade laboral. Tal argumento seria aceitável, caso o Centro de Juventude cumprisse, ainda que mediocremente, o seu objetivo, ou tivesse uma atividade, sequer, recomendável ou apropriada. Não consegue angariar qualquer benefício para os jovens, tendo-se transformado, de resto, num local de convívio de pessoas com mais de 40 ou 50 anos que ali encontram o mesmo que se procura em qualquer café de esquina”, manifestam.



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