Hugo Matos, instrutor da OSD, explicou que a associação tem como orientação “neutralizar as ameaças de forma não letal”.
O objetivo é dar conhecimentos aos participantes sobre como podem imobilizar ameaças usando a força do corpo de forma eficaz e sem ser excessiva. A aprendizagem vai melhorar a abordagem a indivíduos que devem ser neutralizados, sem recorrer a armas, sabendo atuar nos pontos vulneráveis do corpo humano dentro do uso de força permitido legalmente.
Foram ensinadas várias técnicas que complementam as formações que os agentes de forças policiais e militares têm recebido nas suas unidades.
“A formação básica que eles recebem nos cursos nas suas unidades tem uma carga horária pequena em defesa pessoal e manietação de indivíduos perigosos e estas ações fazem aumentar a sua confiança”, indicou Hugo Matos.
Pedro Oliveira, ex-militar das Forças Especiais, relatou que a formação na OSD “dá-nos mais autoconfiança, aprendemos técnicas boas para o dia a dia, e é uma mais-valia para complementar a minha formação”.
Sérgio Ribeiro, militar da GNR, indicou que o sistema OSD ensina a “neutralizar indivíduos suspeitos e detê-los sem causar grandes sequelas no opositor, o que é importante”.
André Pombo, cadete da Escola Naval, assumiu que conseguirá “ter mais calma para dar resposta eficaz em caso de ocorrência ou não sendo necessário agir saber o que fazer para apaziguar uma situação”.
Regina Piedade, formada em Direito, destacou que o sistema OSD “tem em consideração que a defesa pessoal serve para afastar o perigo à nossa integridade física e que essa legítima defesa não seja excessiva, para não configurar crime de ofensa à integridade física”.






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