Os trabalhos de reflutuação decorreram nos dias 16 e 17, como o JORNAL DAS CALDAS relatou na edição passada, e foram realizados por uma empresa com mergulhadores especializados (Amora Sub). Foram colocados diversos equipamentos insufláveis, como balões e boias, em torno de toda a embarcação, os quais permitiram trazê-la à superfície.
A Capitania do Porto e a Polícia Marítima da Nazaré vigiaram e apoiaram os trabalhos, de modo a que todos os procedimentos fossem executados em segurança.
Já à superfície, a embarcação foi inspecionada e rebocada para a zona do estaleiro naval pela embarcação de pesca “Pérola da Nazaré” em conjunto com um semirrígido da Estação Salva-Vidas do Instituto de Socorros a Náufragos da Nazaré, e o “Travelift” da Autoridade Portuária colocou-a em terra.
Estão a ser investigados os motivos que levaram o barco a afundar-se. A embarcação, matriculada na capitania de Vila do Conde, estava sem tripulantes a bordo, depois na véspera do afundamento o mestre e a tripulação terem ido de fim de semana para casa.



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