Tratou-se da última ação deste projeto, que incluiu ainda as sessões “Magusto de S. Martinho” e “Leguminosas à mesa”, dinamizadas pelos chefes Luís Tarenta e Paula Domingues, alunos da EHTO e participantes.
Mais uma vez, no âmbito de uma parceria entre o Centro de Recursos Comunitário da Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha e a EHTO, a iniciativa intitulada “Uma mesa de reis de e para todos” teve como objetivo continuar a ensinar as pessoas que recebem o cabaz alimentar da Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha e da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação das Caldas da Rainha (protocolos com Banco Alimentar do Oeste), a cozinhar refeições variadas de baixos custos económicos.
Nesta iniciativa, que contemplou três ações de Culinária Económica, participaram 23 pessoas beneficiárias de apoio em géneros alimentares ou da horta social, que aprenderam a cozinhar sopas de cenoura assada e de feijão branco com nabiças, frango com castanhas e uma mista de carnes com migas de feijão-frade e couve, e as respetivas sobremesas – pudim de ovos com castanhas e azevias de grão, terminando assim com um almoço na EHTO, onde os beneficiários tiveram a oportunidade de provar os pratos por eles confecionados.
Segundo Cristiana Mesquita, psicóloga do Centro de Recursos Comunitário, “a ideia deste workshop é que os participantes aprendam a fazer pratos diferentes e sobretudo económicos, com os ingredientes simples como fruta, legumes, grão, conservas, massas, entre outros que são distribuídos mensalmente, ou seja, uma alimentação saudável dentro do económico”.
Neste tipo de iniciativas, a instituição tenta convidar pessoas diferentes de edição para edição, dando “a oportunidade a outros beneficiários de participar”.
Para a responsável, “esta terceira edição foi mais uma vez um sucesso, permitindo aos alunos e aos participantes o desenvolvimento de competências para a prática de refeições saudáveis dentro do económico”.
Para dar um toque diferente aos tradicionais pratos, a chefe Paula Agostinho preparou uma receita feita com base nos géneros alimentares que recebem nos cabazes. “Ensinar a confecionar uma refeição diferente daquilo que eles estão habituados a fazer é a ideia da formação”, explicou a chefe
Segundo a formadora, “o grupo de sete pessoas preparou um aveludado de frango, que no fundo é sopa mas com um toque diferente. O frango foi cozido à parte dos legumes, juntando-os depois para dar um aroma totalmente diferente à sopa, bem como o leite-creme, em que caramelizámos o ananás numa frigideira com açúcar e manteiga depois juntámos o leite-creme”.
Para a chefe, “este tipo de ações corre sempre muito bem, pois os alunos mostram-se muito empenhados a ensinar e os participantes adoram”.






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