“Já tivemos exemplos suficientes no passado recente de obras que não corresponderam à vontade da população ou às necessidades de Peniche”, afirmou o líder da bancada municipal do PSD, Ademar Vala Marques, recordando “casos de desadequação ao território, como a obra do Campo da Torre, a esplanada virada a Norte no Parque Urbano, a efémera deslocalização da feira mensal para os Portões de Peniche de Cima ou o encerramento precário do Largo da Igreja da Misericórdia (D. Pedro V), com prejuízos para os negócios ali localizados”.
O deputado municipal afirmou que “perante a mera possibilidade de demolição das pilastras dos Portões de Peniche de Cima, de encerramento ao trânsito da Avenida do Mar, a incerteza e indefinição quanto ao Mercado Municipal e sobretudo perante a ausência total de referência à Muralha – elemento central da nossa cidade”, se impõe que a Câmara Municipal reconsidere e pelo menos ouça as pessoas, não como parte de um processo de participação pública mas indo ao encontro da população.
Quanto ao Fosso da Muralha, a bancada social-democrata registou “a total ausência de ideias do presidente da Câmara e da CDU para o local, uma vez que depois de anos de insistência para que discutisse o destino a dar aquela zona nobre, se limitou a encomendar um estudo, sem ter em conta, uma vez mais, as opiniões das pessoas de Peniche”.



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