O Caldas derrotou o Angrense num jogo em que quem aproveitasse o erro alheio sairia vencedor. Foi uma vitória importante para a equipa alvinegra, em termos pontuais, mas sobretudo em termos morais.
Na primeira parte a equipa do Caldas sentiu algumas dificuldades para controlar o jogo, ainda assim ultrapassou as questões estratégicas e aos trinta e oito minutos da primeira parte, Cruz colocou o Caldas em vantagem.
O segundo golo surgiu já perto do fim da primeira parte, por Farinha.
No segundo tempo o Angrense nunca conseguiu ser tão perigoso como na primeira parte. Com um desempenho defensivo e irrepreensível, o Caldas segurou a vantagem sem sobressalto até ao apito final.
André Simões, jogador do Caldas, comentou que “o objetivo era ganhar e dar continuidade à vitória da semana passada, e começar a entrar numa dinâmica de vitórias. Penso que fizemos um jogo bem conseguido e que a vitória se ajusta”.
José Vala, treinador do Caldas, afirmou que agora “há que dar continuidade ao que estamos a fazer”.
Miguel Rodrigues, treinador da equipa do Angrense, considerou que “foi um jogo equilibrado. Nós já estávamos à espera de uma equipa que gosta de jogar à bola, que tem qualidade, com variações de flancos e em cinco minutos sofremos dois golos, em dois erros nossos”.
“Espiões” do Estoril
Elementos da equipa técnica do Estoril Praia assistiram ao jogo do Caldas na bancada. Vieram ver a partida com o Angrense e observar a equipa caldense, preparando assim o jogo do próximo fim de semana para a Taça de Portugal.
Relvado com peladas
Há muito que não se via o relvado do Campo da Mata muito seco. Faltava relva. Um aspeto a corrigir.
Rui Miguel






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