“A iniciativa surge com a ideia de promover desporto canino junto de proprietários de cães. O dock diving é uma modalidade emergente em Portugal, ainda pouco divulgada mas ainda assim com um número interessante de adeptos”, relatou Cláudio Nogueira, coordenador do Oeste Dog Camp.
Respeitando sempre a vontade dos cães, os animais são motivados pelos donos a saltarem. O cão vencedor é aquele que salta mais em distância. “Todo o treino deve ser baseado na motivação do cão e no seu divertimento”, referiu Cláudio Nogueira. O motivador poderá ser uma bola ou um brinquedo, arremessado para a água, que é um chamariz para o cão.
A competição é levada muito a sério na América, onde há “pavilhões cheios a assistirem, com várias piscinas em simultâneo, e inclusive com televisões em direto, mas acreditamos que em Portugal é uma modalidade que vai vingar”.
“Kika”, a cadela de Vítor Pereira, saltou “abaixo do habitual, que é cerca de quatro metros e meio, mas a partir do momento em que se diverte é óptimo”. “Por ela estava a saltar o resto do dia”, apontou.
Dependendo da técnica utilizada, os cães podem saltar quase tanto como os humanos.
O campeão nesta prova acabou por atingir os 5,06 metros e levou para casa, como prémio, a maior taça.
Francisco Gomes





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