“Não foi confirmado pela primeira equipa que chegou e que fez a busca na habitação, já que a suposta vítima saiu pelos próprios meios”, relatou Rui Faria, chefe dos bombeiros das Caldas da Rainha.
A moradora, após ter recebido assistência hospitalar, já não pôde dormir em casa, porque a residência ficou cheia de fuligem. “Foi aconselhada a ficar em casa de familiares, derivado ao fumo e a alguns danos, supostamente não estruturais”, adiantou Rui Faria.
Outros moradores no prédio – que também saíram por precaução enquanto o fogo foi combatido – puderam cerca de uma hora depois regressar às suas casas.
O fogo terá tido origem num curto-circuito numa máquina de lavar roupa que se encontrava na cozinha do apartamento, mas cabe às autoridades competentes averiguar o que se passou tal como atestar as condições do edifício.
Incêndios florestais
Vários incêndios florestais foram registados na região ao longo dos últimos dias, sendo de maiores dimensões o ocorrido no Olho Marinho, em Óbidos, no passado dia 26, que lavrou entre as 16h0 e as 20h23 e mobilizou 50 bombeiros, doze viaturas e um meio aéreo.
No limite do concelho das Caldas, mas já no lado de Rio Maior, em Casal das Porceiras, na zona do Mercado de Santana, um incêndio ao final da noite de dia 27 concentrou 59 bombeiros e quinze viaturas, ocupados até às seis da manhã.
Francisco Gomes





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