Foi Arnaldo Forte quem fez a letra e o maestro Raul Ferrão compôs a música, mas na verdade foi a voz castiça de D. Vicente da Câmara que o projetou, que tornou o fado das Caldas eterno. Digamos até que de certa forma à época e a par das termas ajudou a colocar a nossa terra nos roteiros turísticos.
O poeta traz-nos à memória como eram no antigamente as festas taurinas nas Caldas no séc. XIX e início do séc. XX e mais à frente: “Praça cheia, toca o hino/É dos Gamas, gado matreiro/Victor Morais, o campino/Anadia, o cavaleiro/Que sortes tão bem mandadas/Haviam nessas toiradas”.
Gravou outros fados relacionados com a festa brava.
O cartaz da noite é composto pelos cavaleiros António Teles, Filipe Gonçalves, Francisco Palha e pelos forcados amadores de Montemor e das Caldas da Rainha. Serão lidados seis toiros da ganadaria Veiga Teixeira, que serão desenjaulados publicamente na praça pelas 9h30.



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