Alguns dos eventos que mencionou não são desta época de verão. Significa que a aposta é para se manter ao longo do ano?
Procuramos que não seja uma questão sazonal. Temos de saber cativar públicos ao longo das diversas estações do ano e espaçar o suficiente as iniciativas para atrair o interesse dos turistas, seja verão ou inverno. É essa preocupação que temos tido e depois de um contexto nacional e internacional de maior dificuldade para o turismo, Portugal voltou a ter um crescimento nesta área importante para a economia e nós em Alcobaça acompanhamos esse desenvolvimento e penso até que estamos a crescer mais do que a média nacional.
O objetivo é também que alguns destes turistas se venham a fixar no concelho?
Se os visitantes encontrarem outras condições que achem adequadas para a vinda para o concelho – como a resposta na saúde, na educação e outras – poderão perfeitamente aliar essas caraterísticas às potencialidades culturais que Alcobaça já oferece.
Estamos a criar várias identidades para o concelho – as pessoas já identificam o concelho pela Maçã de Alcobaça, pela loiça de Alcobaça, pela chita de Alcobaça, pela ginja de Alcobaça e pela cidade dos doces conventuais, para além do Mosteiro.
Francisco Gomes




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